quinta-feira, 20 de maio de 2010

A Neve !

Uma pessoa precisa conhecer 2 coisas na vida: o mar e a neve...



O mar conheci no Brasil, já a neve foi na Polônia em março de 2009. Fomos até a cidade de Cracóvia de avião e de lá seguimos de trem até uma cidadezinha chamada Zakopane, que fica ao pé da montanha Tatras.

Nos hospedamos neste hotel ai (cannot say that name!). A diária para um casal ficou por volta de 30 euros (~ R$ 75) e o quarto tinha uma vista linda da montanha coberta de neve.

O taxi do centro até o hotel custava 3 euros (~ R$ 7,50). A comida igualmente barata e muito boa, porém bem gordurosa (dizem que é para suportar o frio).

Não aconselho ir no auge do inverno (dezembro e janeiro), pois o frio será tão intenso que perderá a graça. Melhor ir nos meses de fevereiro ou março.

A neve é linda, branquinha e fofa. Eu amei.

O frio não é insuportável, como muitos pensam, se você estiver vestido adequadamente não sentirá frio.

Nesta foto ao lado, estava com uma meia-calça grossa, calça jeans, 2 meias (sendo uma comum e uma própria para neve) e a bota forrada com lã de carneiro. Garanto que não senti frio :)




Fomos até esta cidade com o objetivo de esquiar, perguntamos no hotel e eles nos indicaram um instrutor. O cara nos levou até uma montanha pouco ingríme (para iniciantes) e lá tivemos algumas aulas. Confesso que não gostei de deste esporte. Enquanto estava escoltada pelo instrutor, beleza, mas quando encarei a descida sozinha...nossa...achei que ia me esborrachar lá embaixo e meu mundo acabaria ali. Sobrevivi. Mas não curti.


 Fiquei muito incomodada com estas coisas presas nos meus pés e que me faziam escorregar, não conseguia parar em pé e quando caía tinha que esperar uma boa alma caridosa passar ali e me ajudar a levantar.

O marido ama, mas ele tem mais habildade no esporte.

Enfim, é algo que você precisa fazer um dia. Porque ou você vai amar ou odiar. Não vi meio termo.

Se você não gostar, vá mesmo assim até a estação de esqui e fique olhando o pessoal. É maravilhoso, hora você fica boquiaberto com aqueles habilidosos e hora você morre de rir aqueles que não desistem nunca!!


terça-feira, 18 de maio de 2010

Auschwitz-Birkenau - Polônia

Polônia, Cracóvia.

Visitamos este Museu (hoje é um museu) de Auschwitz em Março de 2009, foi muito triste andar pelos trilhos onde inocentes chegavam na esperança de uma vida melhor, trazendo a família e tudo que tinham de valor. É impressonante ver as malas, os brinquedos, os sapatos e até os cabelos...tudo dentro de salas com paredes de vidro para os visitantes olharem. São montanhas destes objetos, deixando bem claro que a quantidade de gente que por ali se perdeu foi imensa. Vale a pena visitar, mas reserve uma semana para se recuperar do você vai ver e ouvir.



Auschwitz-Birkenau é o nome de um grupo de campos de concentração localizados no sul da Polônia, símbolos do Holocausto perpetrado pelo nazismo. A partir de 1940 o governo alemão comandado por Adolf Hitler construiu vários campos de concentração e um campo de extermínio nesta área, então na Polônia ocupada. Houve três campos principais e trinta e nove campos auxiliares.


Os campos localizavam-se no território dos municípios de Auschwitz e Birkenau, versões em língua alemã para os nomes polacos de Oświęcim e Brzezinka, respectivamente. Esta área dista cerca de sessenta quilômetros da cidade de Cracóvia, capital da região da Pequena Polônia.


Os três campos principais eram:
  • Auschwitz I - Campo de concentração original que servia de centro administrativo para todo o complexo. Neste campo morreram perto de 70.000 intelectuais polacos e prisioneiros de guerra soviéticos.
  • Auschwitz II (Birkenau) - Era um campo de extermínio onde morreram aproximadamente um milhão de judeus e perto de 19.000 ciganos.
  • Auschwitz III (Monowitz) - Foi utilizado como campo de trabalho escravo para a empresa IG Farben.
O número total de mortes produzidas em Auschwitz-Birkenau está ainda em debate, mas se estima que entre um milhão e um milhão e meio de pessoas morreram ali.

Como todos os outros campos de concentração, os campos de Auschwitz eram dirigidos pela SS comandada por Heinrich Himmler. Os comandantes do campo foram Rudolf Höss até o verão de 1943, seguiu-lhe Artur Leibehenschel e Richard Baer. Hoess deu uma descrição detalhada do funcionamento do campo durante seu interrogatório ao final da Segunda Guerra Mundial, detalhe que complementou em sua autobiografia. Ele foi executado em 1947 em frente da entrada do forno crematório de Auschwitz I.

Durante os anos de operação do campo, perto de 700 prisioneiros tentaram escapar do campo, dos quais 300 tiveram êxito. A pena aplicada por tentativa de fuga era geralmente a morte por inanição. Geralmente, as famílias dos fugitivos eram presas e "internadas" em Auschwitz para serem exibidas como advertência a outros prisioneiros.

Mulheres em Auschwitz

 As primeiras prisioneiras assim como as primeiras vigilantes chegaram ao campo em março de 1942, transladadas do campo de Ravensbrück na Alemanha. O campo feminino foi mudado para Auschwitz-Birkenau em outubro de 1942, e Maria Mendel foi nomeada chefe de vigilância. Perto de um total de 1.000 homens e 200 mulheres da SS serviram como supervisores de vigilância em todo o complexo de Auschwitz.




Evacuação e liberação

 As câmaras de gás do Birkenau foram destruídas pelos nazis em novembro de 1944 com a intenção de esconder as atividades do campo das tropas soviéticas. Em 17 de janeiro de 1945 os nazistas iniciaram uma evacuação do campo. A maioria dos prisioneiros deveria partir para o oeste. Aqueles muito fracos para caminhar foram deixados para trás. Perto de 7.500 prisioneiros (ou 3.000 segundo outras fontes), pesando entre 23 e 35Kg, foram liberados pelo Exército Vermelho em 27 de janeiro de 1945.


"Negacionismo"

 Após o fim da Segunda Guerra Mundial houve intentos de negar o propósito dos campos de extermínio ou sua magnitude. Afirmou-se que seria impossível queimar um tal número de corpos ou que as instalações, que podem ser visitadas na atualidade, foram reconstruídas depois da guerra para que estivessem em concordância com o que se contou sobre Auschwitz ao final da guerra.

Fonte: Wikipedia

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Cambridge - Gôndolas

Quando fomos em Cambridge (Inglaterra) fizemos um lindo passeio de gôndola. É um passeio para relaxar e curtir a paisagem, maravilhosa. Recomendo !


Tinhamos 2 opções: alugar uma gôndola e remar sozinhos ou pagar para alguém remar para nós (geralmente universitários). Preferimos remar sozinhos, já que contávamos com 3 rapazes na gôndola =D

Mas se for apenas um casal, compensa pagar alguém para remar...pois é cansativo e os rapazes sofreram bastante.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Picnic

Estava frio para padrões brasileiros, mas para quem já conheceu o inverno europeu...não, estava um lindo dia de sol! Então? Picinic =D

Roma - Itália

A viagem desta vez foi para Roma, estava na lista desde que viemos morar na Europa. Mas como era um destino um pouco mais caro, foi ficando para depois.

Confesso que não fiquei tão impressionada assim, talvez pelo fato de já ter esquecido muita coisa sobre a história daquele lugar. É preciso saber muito sobre a história de cada atração para realmente apreciar o que está vendo, ou pagar os guias para lhe explicar.

De qualquer maneira é muito bonita e tem muita coisa para ver, passamos 6 dias lá, mas 4 dias estaria de bom tamanho para quem é mochileiro e anda sem parar durante pelo menos 10 horas por dia :O


O roteiro que eu recomendo é este aqui - 3 dias em Roma (em inglês)

O que mais gostei foi: Coliseo, Fontana de Trevi, Piazza de Venezia e St Peter Cathedral (Vaticano).

Comida? Humm, nada que mereça destaque...muita pizza e gelatto (sorvete italiano).

Para quem vai de Ryanair, para no Aeroporto Ciampino e para chegar até o centro você deve pegar um onibus da empresa Cotral para ir até a estação de Metro, custa 1,20 euro + 1 euro o metro. Vai ter outras te oferecendo onibus, mas não pegue, pois vão te cobrar 4 euros.

O transporte publico é bom e barato, custa 1 euro o ticket de metro single e 11 euros por 3 dias (metro e onibus). Porém é bem sujinho =(


Ficamos num camping chamado Tiber, limpo e barato, mas longe do centro. Para chegar lá é preciso ir até a estação de metro Flaminio, depois pegar um trem até a estação Prima Porta (30 minutos de viagem) e nesta estação passa um Shuttle bus do Camping de 30 em 30 minutos (grátis). Toda a jornada pode demorar até 1 hora. Só vale a pena se você for sair de manhã e só voltar no Camping para dormir. No Camping tem restaurante e mercadinho com preços honestos, além de internet grátis.

Roma vale uma visita, quem vem à Europa precisa passar por lá.